Biblioteca Pública Municipal
"Prof. Fausto Ribeiro de Barros"

Biblioteca Pública Municipal
" Prof. Jayme Monteiro"


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Viagem Literária 2011

A Biblioteca Municipal “Prof. Fausto Ribeiro de Barros” recebeu na última quarta-feira, 29 de junho, o escritor Menalton Braff.
A vinda do escritor a nossa cidade se realizou através do Programa Viagem Literária, que é uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura entre as prefeituras do interior e litoral paulista.
Compareceram ao evento aproximadamente 100 pessoas, que ouviram atentamente as palavras de Menalton sobre seu processo de escrita, os autores que o influenciaram, sua trajetória como professor e escritor e sobre seu último romance, Bolero de Ravel.
O Programa Viagem Literária volta em agosto com outras novidades. Todos os eventos são abertos e gratuitos.



Abraço a todos, até mais.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Gostou do que leu?

Se você é aluno das redes Municipal, Estadual e Particular de Ensino de Penápolis pode participar!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Menalton Braff

E não se esqueçam!!!
Dia 29 de junho às 20h aqui na Biblioteca Municipal...
Menalton Braff.
Escritor premiado e de enorme talento vai nos falar sobre seu livro Bolero de Ravel. 
Nas postagens mais antigas tem uma resenha do livro.

Todos estão convidados!!!
Abraço, até mais.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Festival da Mantiqueira 2011

         Por mais um ano a Biblioteca Municipal de Penápolis participou do Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura que acontece pelo 4º ano em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos.
As discussões do Festival foram muito proveitosas e nos deram nortes sobre avaliação da qualidade do atendimento em bibliotecas públicas.
São Francisco Xavier é um lugar singular e merece ser visitado por quem gosta de frio e natureza. 
Após o Festival da Mantiqueira, a Biblioteca Municipal de Penápolis visitou a Biblioteca São Paulo com o intuito de fotografar e entender novas ideias que possam ser aplicadas para um melhor atendimento dos usuários.
Certamente foram viagens produtivas e literárias e em breve todos verão os resultados palpáveis desse nosso trabalho.
Vejam algumas fotos.






Abraço a todos, até mais.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Inglês com Beatles

No dia 17 de maio, a Biblioteca Municipal visitou o Projeto “Inglês com Beatles” realizado pela monitora educacional Danieli Elias Richart e pelo professor de artes José Maurício Soliani.
O projeto unirá as aulas de Inglês às de Música e tem por objetivo trabalhar a língua estrangeira de forma lúdica e expandir o universo cultural dos alunos.  

A abertura do Projeto aconteceu com uma grande festa dos anos 60, com direito à Abbey Road e tudo!


terça-feira, 24 de maio de 2011

Bolero de Ravel - Menalton Braff

No dia 29 de junho, às 20h, receberemos a visita do escritor Menalton Braff pelo Programa Viagem Literária, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Menalton vai nos contar sobre o processo de criação e produção de seu livro Bolero de Ravel.
Leia abaixo uma resenha do texto:

Bolero de Ravel – Menalton Braff

O livro de Menalton Braff tem uma narrativa surpreendente e por vezes complicada aos leitores desatentos.
Bolero de Ravel é uma história contada por Adriano, um homem de 35 anos que ainda vive e se comporta como adolescente, apresentando sinais de insanidade em suas interpretações da realidade e na relação de amor e ódio que mantém com a irmã Laura, advogada bem sucedida que ao seguir os passos do pai vê no irmão mais velho uma pessoa infeliz e inútil.
Adriano se vê sozinho após a morte dos pais em um acidente, o que o faz ficar trancado na escuridão da casa recém desabitada da família, misturando em sua mente o passado e o presente, invenção e realidade.
A mãe, protetora do filho frente à tirania do pai, apresentou-lhe o prazer da música, tocando ao piano e presenteando o filho com o disco Bolero de Maurice Ravel. Para Adriano a única coisa que o ligava à realidade era o Bolero, que muitas vezes acabava antes de seus pensamentos.
As mãos peludas do pai criaram a imagem de “aranhas” habilidosas em Adriano que, ao decidir abandonar os estudos, optou por ser ninguém perante o pai, que sempre viu o filho como invejoso frente às conquistas da irmã.
Após o choque da morte dos pais, Laura dispensa a empregada da casa e deixa o irmão sobrevivendo dos restos da geladeira e de alguns trocados que pegou da gaveta da mãe. Sem tempo disponível para dar atenção aos devaneios de Adriano, Laura decide vender a casa da família e encontra grande resistência por parte do irmão solitário.
Junto aos dramas familiares, Adriano narra sua primeira experiência sexual com Marcela; a distância que se fez entre ele e seu melhor amigo Durval, com quem passava horas caminhando e discutindo filosoficamente as coisas da vida, além da visão de um cão amarelo que brinca com as gotas do mar e da visita que fez à um velório de criança, acontecimentos que não se pode identificar como verdadeiros no mundo ou em sua mente.

Resenha de Rafael Freitas.

Todos estão convidados! Abraço, até mais.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Viagem Literária 2011

Penápolis foi contemplada novamente com o Programa Viagem Literária e o escritor que abre o projeto em nossa cidade é Menalton Braff, que vem até a Biblioteca no dia 29 de junho às 20h.
Quem quiser conhecê-lo melhor pode visitar o site http://www.menalton.com.br/


Vale a pena!
Abraço a todos, até mais!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Biblioteca como espaço de lazer

Ler, além de ser uma atividade que abre horizontes, é algo prazeroso e cheio de mistério e magia.
Quando você lê uma história constrói um mundo novo dentro de si mesmo. Socializando e recontando o que sentiu, dá vida nova a muitas pessoas.
A Biblioteca sempre está aberta para leitores que, além de cumprir seus deveres escolares, também querem viajar no universo sempre inédito das histórias.
Olhe aí quem se diverte lendo.
Abraço a todos e bom final de semana.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Fim do mês do Índio

Devido à grande procura, prorrogamos a Exposição Memórias Ass(ass)inadas até a última sexta-feira, 06 de maio.
As visitas foram gratuitas e passaram por aqui cerca de 1700 pessoas, entre alunos, professores e interessados.
As peças da exposição são do acervo do Museu Histórico e a monitoria ficou por conta dos funcionários Gilson Moreno, Alessandra Nadai e Rafael Freitas.
Todos adoraram o vídeo e a história da Matinta Perera, que foi repetida inúmeras vezes aos ouvidos e olhos atentos de nossas crianças.
O ano que vem tem mais!
Grande abraço a todos.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Salve o dia do índio

Centenas de pessoas visitaram a exposição em comemoração ao mês do índio aqui na Sala Cora Coralina.
O texto a seguir surgiu da espontaneidade de uma aluna de informática da Biblioteca. 

"-         Ainda existem muitos índios no Brasil?
-         Já estão todos civilizados?
-         Serão índios apenas aqueles que vivem nas aldeias?
-         Os mestiços de branco e índio ou de negro e índio devem também ser considerados índios?
-         Os índios por sinal, são muitos inteligentes, eles mesmos fabricavam suas próprias ferramentas para seus próprios custos. Sendo que nunca teve professores que lhe dessem aulas. Mesmo porque o único professor foi Deus que lhe deu toda inteligência. Pelo que eu imagino todos os índios eram católicos.
-         Mas é uma pena que tudo que eles aprenderam com Deus eles estão deixando para trás. A tradição que devia ser muito séria eles estão se esquecendo.
Não sei se é os brancos que estão tomando as ideias deles ou se eles estão querendo ser civilizados aos modos dos brancos.
Os índios não dão valor pelo que eles possuem.
Os índios estão trocando a tradição pela civilização. É uma pena.
Bem, é isso que eu imagino sobre os índios.
Assinado esta aluna – me desculpe pelo que eu penso – Rosalice Camilo Costa"

quarta-feira, 20 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Visitas exposição mês do índio

Inúmeras crianças já passaram na Sala Cora Coralina para visitar a Exposição em comemoração ao mês do índio.
Seguem algumas fotos das atividades:



As visitas são gratuitas e abertas a todos.
Abraço, até mais.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Exposição mês do Índio

Olá pessoal, como vão?
De 11 a 29 de abril acontecerá na Sala Cora Coralina a Exposição Memórias Ass(ass)inadas em comemoração ao mês do índio.
A exposição conta com peças dos Museus Histórico e de Folclore e contação de histórias com o pessoal aqui da  Biblioteca.
Todos podem visitar, é de graça!
O agendamento de escolas deve ser feito pelo telefone 3652 5691 com  Solange ou Rafael.
Abraço, até mais.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Leitura de final de semana

Todos preparados para realizar uma boa leitura neste final de semana?
Sozinho, com a(o) namorada(o), com a família inteira, com os filhos... ler é sempre bom!
Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê.

Monteiro Lobato (1882-1948)

quinta-feira, 31 de março de 2011

SACOLA DA LEITURA

A partir de sexta-feira, 01 de abril, estarão circulando pelas ruas da cidade as Sacolas da Leitura.
A Sacola da Leitura é uma iniciativa da Biblioteca Pública Municipal “Prof. Fausto Ribeiro de Barros” e da Oficina de Criação da 1ª Casa de Penápolis, com o objetivo de difundir o hábito de leitura, formar novos leitores e propiciar o acesso direto ao livro em vários locais da cidade.
Essa idéia é inspirada no bookcrossing, prática difundida nos Estados Unidos e Europa que já conta com mais de 600 mil participantes em cerca de 130 países. Criado pelo programador Ron Hornbacker em 2001 como forma de rastrear livros pela internet, o bookcrossing virou um fenômeno que ultrapassa barreiras geográficas e até mesmo temporais.
A idéia é realmente libertar o livro, deixar que muitas pessoas tenham acesso a ele de uma maneira mais fácil, criando em nossa cidade, uma grande biblioteca aberta em vários pontos: praças, bancos de igrejas, bares, lanchonetes, lojas, clubes, hospitais, salas de esperas de dentistas, médicos, creches, escolas, e uma multiplicidade de lugares que freqüentamos no nosso dia-a-dia, além de evitar o descarte de obras duplicadas em excesso no acervo da biblioteca.
As sacolas de leitura estarão disponíveis ao leitor que as encontrar e os passos para a participação efetiva no projeto são apenas dois: ler e novamente libertar o livro, colocando-o em outro ponto da cidade ou emprestando-o para outra pessoa que deseje lê-lo, sempre dentro da sacola.
As sacolas que carregam os livros foram doação da Canta Claro e o apoio ao projeto vem das Secretarias de Educação e de Cultura da Prefeitura Municipal de Penápolis.

Abraço, até mais.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Atividades da Biblioteca

Segundona brava...
Como programado, recebemos nossos amigos para falar um pouco sobre inclusão de deficientes visuais e algo mais.
Para começar bem a semana tocamos uma música do Almir Sater, Tocando em Frente.
Depois lemos algumas poesias de Vinícius de Moraes e papeamos sobre como é o cotidiano de uma dona de casa com deficiência visual.
Foi super legal e produtivo.

Tocando em Frente
Almir Sater

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Sinto que seguir a vida
Seja simplesmente
Conhecer a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz.


Até mais.

sexta-feira, 25 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

A leitura vale a pena

Recentemente ouvimos de uma educadora que as pessoas não gostam de ler, não se interessam.
Justamente os educadores deveriam ser fontes de estímulo à leitura e não de conformismo com o senso comum.
Hoje, em uma roda de conversa com o pessoal da Terceira Idade que frequenta o Telecentro em um projeto da Biblioteca de inclusão digital, fizemos a leitura de um texto maravilhoso de Vinícius de Moraes e todos se interessaram, comentaram e foram para casa, certamente, com um sopro de vida e amor em seus corações.
Deixando de lado as teorias sobre mediação, livro e leitura...a leitura realmente vale a pena?
Vale a pena nos emocionarmos com histórias que não vivemos, com lugares que não conhecemos pessoalmente e com personagens que nem sabemos se realmente existiram?
Valeu a pena para os senhores e senhoras que ouviram esta manhã a prosa poética de Vinícius voltar para casa com vontade de viver ainda mais e procurar na internet (coisa antes desconhecida) outras poesias, outros contos  e crônicas para uma nova vida?
Nós aqui dizemos: Sim, as pessoas gostam de ler!
Sim, a leitura vale a pena!
Só precisa ser bem apresentada e fazer parte do cotidiano, do comum.
Ler não é privilégio, é fascinação.

A leitura vale a pena! Sempre.

Abraço, até mais.


Segue a prosa de Vinícius.


Para Viver Um Grande Amor

Vinicius de Moraes

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.


Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, pág. 130.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Encontros de inclusão

Aconteceu nesta segunda-feira, dia 14, o primeiro de uma série de encontros de um grupo de deficientes visuais que se propuseram a aprender computação, realizar rodas de leitura e bater altos papos inclusivos aqui na Biblioteca Municipal.
Os encontros acontecerão às segundas-feiras, das 9h às 10h e são abertos aos interessados.
No primeiro encontro fizemos a leitura de um texto e discutimos as necessidades de um deficiente visual.
Foi muito produtivo e interessante!


Abraço até mais!

terça-feira, 15 de março de 2011

Oficina de Poesia com o CAPS

Olá pessoal, como vão?
Começou nesta terça-feira a Oficina de Poesia com o Centro de Atenção Psico-social (CAPS) aqui na Biblioteca. 
Os participantes fizeram leituras de grandes nomes da poesia nacional e também declamaram seus próprios poemas. Foram momentos descontraídos e produtivos.
Nesses encontros serão produzidas e declamadas poesias que farão parte da programação de um Sarau Literário encerrando as atividades do grupo.
Aguardem!

Abraço, até mais.