Se você é aluno das redes Municipal, Estadual e Particular de Ensino de Penápolis pode participar!
Biblioteca Pública Municipal
"Prof. Fausto Ribeiro de Barros"
Biblioteca Pública Municipal
" Prof. Jayme Monteiro"
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Menalton Braff
E não se esqueçam!!!
Dia 29 de junho às 20h aqui na Biblioteca Municipal...
Menalton Braff.
Escritor premiado e de enorme talento vai nos falar sobre seu livro Bolero de Ravel.
Nas postagens mais antigas tem uma resenha do livro.
Todos estão convidados!!!
Abraço, até mais.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Festival da Mantiqueira 2011
Por mais um ano a Biblioteca Municipal de Penápolis participou do Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura que acontece pelo 4º ano em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos.
As discussões do Festival foram muito proveitosas e nos deram nortes sobre avaliação da qualidade do atendimento em bibliotecas públicas.
São Francisco Xavier é um lugar singular e merece ser visitado por quem gosta de frio e natureza.
Após o Festival da Mantiqueira, a Biblioteca Municipal de Penápolis visitou a Biblioteca São Paulo com o intuito de fotografar e entender novas ideias que possam ser aplicadas para um melhor atendimento dos usuários.
Certamente foram viagens produtivas e literárias e em breve todos verão os resultados palpáveis desse nosso trabalho.
Vejam algumas fotos.
Abraço a todos, até mais.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Inglês com Beatles
No dia 17 de maio, a Biblioteca Municipal visitou o Projeto “Inglês com Beatles” realizado pela monitora educacional Danieli Elias Richart e pelo professor de artes José Maurício Soliani.
O projeto unirá as aulas de Inglês às de Música e tem por objetivo trabalhar a língua estrangeira de forma lúdica e expandir o universo cultural dos alunos.
A abertura do Projeto aconteceu com uma grande festa dos anos 60, com direito à Abbey Road e tudo!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Bolero de Ravel - Menalton Braff
No dia 29 de junho, às 20h, receberemos a visita do escritor Menalton Braff pelo Programa Viagem Literária, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Menalton vai nos contar sobre o processo de criação e produção de seu livro Bolero de Ravel.
Leia abaixo uma resenha do texto:
Bolero de Ravel – Menalton Braff
O livro de Menalton Braff tem uma narrativa surpreendente e por vezes complicada aos leitores desatentos.
Bolero de Ravel é uma história contada por Adriano, um homem de 35 anos que ainda vive e se comporta como adolescente, apresentando sinais de insanidade em suas interpretações da realidade e na relação de amor e ódio que mantém com a irmã Laura, advogada bem sucedida que ao seguir os passos do pai vê no irmão mais velho uma pessoa infeliz e inútil.
Adriano se vê sozinho após a morte dos pais em um acidente, o que o faz ficar trancado na escuridão da casa recém desabitada da família, misturando em sua mente o passado e o presente, invenção e realidade.
A mãe, protetora do filho frente à tirania do pai, apresentou-lhe o prazer da música, tocando ao piano e presenteando o filho com o disco Bolero de Maurice Ravel. Para Adriano a única coisa que o ligava à realidade era o Bolero, que muitas vezes acabava antes de seus pensamentos.
As mãos peludas do pai criaram a imagem de “aranhas” habilidosas em Adriano que, ao decidir abandonar os estudos, optou por ser ninguém perante o pai, que sempre viu o filho como invejoso frente às conquistas da irmã.
Após o choque da morte dos pais, Laura dispensa a empregada da casa e deixa o irmão sobrevivendo dos restos da geladeira e de alguns trocados que pegou da gaveta da mãe. Sem tempo disponível para dar atenção aos devaneios de Adriano, Laura decide vender a casa da família e encontra grande resistência por parte do irmão solitário.
Junto aos dramas familiares, Adriano narra sua primeira experiência sexual com Marcela; a distância que se fez entre ele e seu melhor amigo Durval, com quem passava horas caminhando e discutindo filosoficamente as coisas da vida, além da visão de um cão amarelo que brinca com as gotas do mar e da visita que fez à um velório de criança, acontecimentos que não se pode identificar como verdadeiros no mundo ou em sua mente.
Resenha de Rafael Freitas.
Todos estão convidados! Abraço, até mais.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Viagem Literária 2011
Penápolis foi contemplada novamente com o Programa Viagem Literária e o escritor que abre o projeto em nossa cidade é Menalton Braff, que vem até a Biblioteca no dia 29 de junho às 20h.
Quem quiser conhecê-lo melhor pode visitar o site http://www.menalton.com.br/
Vale a pena!
Abraço a todos, até mais!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Biblioteca como espaço de lazer
Ler, além de ser uma atividade que abre horizontes, é algo prazeroso e cheio de mistério e magia.
Quando você lê uma história constrói um mundo novo dentro de si mesmo. Socializando e recontando o que sentiu, dá vida nova a muitas pessoas.
A Biblioteca sempre está aberta para leitores que, além de cumprir seus deveres escolares, também querem viajar no universo sempre inédito das histórias.
Olhe aí quem se diverte lendo.
Abraço a todos e bom final de semana.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Fim do mês do Índio
Devido à grande procura, prorrogamos a Exposição Memórias Ass(ass)inadas até a última sexta-feira, 06 de maio.
As visitas foram gratuitas e passaram por aqui cerca de 1700 pessoas, entre alunos, professores e interessados.
As peças da exposição são do acervo do Museu Histórico e a monitoria ficou por conta dos funcionários Gilson Moreno, Alessandra Nadai e Rafael Freitas.
Todos adoraram o vídeo e a história da Matinta Perera, que foi repetida inúmeras vezes aos ouvidos e olhos atentos de nossas crianças.
O ano que vem tem mais!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Salve o dia do índio
Centenas de pessoas visitaram a exposição em comemoração ao mês do índio aqui na Sala Cora Coralina.
O texto a seguir surgiu da espontaneidade de uma aluna de informática da Biblioteca.
"- Ainda existem muitos índios no Brasil?- Já estão todos civilizados?- Serão índios apenas aqueles que vivem nas aldeias?- Os mestiços de branco e índio ou de negro e índio devem também ser considerados índios?- Os índios por sinal, são muitos inteligentes, eles mesmos fabricavam suas próprias ferramentas para seus próprios custos. Sendo que nunca teve professores que lhe dessem aulas. Mesmo porque o único professor foi Deus que lhe deu toda inteligência. Pelo que eu imagino todos os índios eram católicos.- Mas é uma pena que tudo que eles aprenderam com Deus eles estão deixando para trás. A tradição que devia ser muito séria eles estão se esquecendo.Não sei se é os brancos que estão tomando as ideias deles ou se eles estão querendo ser civilizados aos modos dos brancos.Os índios não dão valor pelo que eles possuem.Os índios estão trocando a tradição pela civilização. É uma pena.Bem, é isso que eu imagino sobre os índios.Assinado esta aluna – me desculpe pelo que eu penso – Rosalice Camilo Costa"
quarta-feira, 20 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Visitas exposição mês do índio
Inúmeras crianças já passaram na Sala Cora Coralina para visitar a Exposição em comemoração ao mês do índio.
Seguem algumas fotos das atividades:
As visitas são gratuitas e abertas a todos.
Abraço, até mais.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Exposição mês do Índio
Olá pessoal, como vão?
De 11 a 29 de abril acontecerá na Sala Cora Coralina a Exposição Memórias Ass(ass)inadas em comemoração ao mês do índio.
A exposição conta com peças dos Museus Histórico e de Folclore e contação de histórias com o pessoal aqui da Biblioteca.
Todos podem visitar, é de graça!
O agendamento de escolas deve ser feito pelo telefone 3652 5691 com Solange ou Rafael.
Abraço, até mais.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Leitura de final de semana
Todos preparados para realizar uma boa leitura neste final de semana?
Sozinho, com a(o) namorada(o), com a família inteira, com os filhos... ler é sempre bom!
Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê.
Monteiro Lobato (1882-1948)
quinta-feira, 31 de março de 2011
SACOLA DA LEITURA
A partir de sexta-feira, 01 de abril, estarão circulando pelas ruas da cidade as Sacolas da Leitura.
A Sacola da Leitura é uma iniciativa da Biblioteca Pública Municipal “Prof. Fausto Ribeiro de Barros” e da Oficina de Criação da 1ª Casa de Penápolis, com o objetivo de difundir o hábito de leitura, formar novos leitores e propiciar o acesso direto ao livro em vários locais da cidade.
Essa idéia é inspirada no bookcrossing, prática difundida nos Estados Unidos e Europa que já conta com mais de 600 mil participantes em cerca de 130 países. Criado pelo programador Ron Hornbacker em 2001 como forma de rastrear livros pela internet, o bookcrossing virou um fenômeno que ultrapassa barreiras geográficas e até mesmo temporais.
A idéia é realmente libertar o livro, deixar que muitas pessoas tenham acesso a ele de uma maneira mais fácil, criando em nossa cidade, uma grande biblioteca aberta em vários pontos: praças, bancos de igrejas, bares, lanchonetes, lojas, clubes, hospitais, salas de esperas de dentistas, médicos, creches, escolas, e uma multiplicidade de lugares que freqüentamos no nosso dia-a-dia, além de evitar o descarte de obras duplicadas em excesso no acervo da biblioteca.
As sacolas de leitura estarão disponíveis ao leitor que as encontrar e os passos para a participação efetiva no projeto são apenas dois: ler e novamente libertar o livro, colocando-o em outro ponto da cidade ou emprestando-o para outra pessoa que deseje lê-lo, sempre dentro da sacola.
As sacolas que carregam os livros foram doação da Canta Claro e o apoio ao projeto vem das Secretarias de Educação e de Cultura da Prefeitura Municipal de Penápolis.
Abraço, até mais.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Atividades da Biblioteca
Segundona brava...
Como programado, recebemos nossos amigos para falar um pouco sobre inclusão de deficientes visuais e algo mais.
Para começar bem a semana tocamos uma música do Almir Sater, Tocando em Frente.
Depois lemos algumas poesias de Vinícius de Moraes e papeamos sobre como é o cotidiano de uma dona de casa com deficiência visual.
Foi super legal e produtivo.
Tocando em Frente
Almir Sater
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Seja simplesmente
Conhecer a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz.
Até mais.
sexta-feira, 25 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
A leitura vale a pena
Recentemente ouvimos de uma educadora que as pessoas não gostam de ler, não se interessam.
Justamente os educadores deveriam ser fontes de estímulo à leitura e não de conformismo com o senso comum.
Hoje, em uma roda de conversa com o pessoal da Terceira Idade que frequenta o Telecentro em um projeto da Biblioteca de inclusão digital, fizemos a leitura de um texto maravilhoso de Vinícius de Moraes e todos se interessaram, comentaram e foram para casa, certamente, com um sopro de vida e amor em seus corações.
Deixando de lado as teorias sobre mediação, livro e leitura...a leitura realmente vale a pena?
Vale a pena nos emocionarmos com histórias que não vivemos, com lugares que não conhecemos pessoalmente e com personagens que nem sabemos se realmente existiram?
Valeu a pena para os senhores e senhoras que ouviram esta manhã a prosa poética de Vinícius voltar para casa com vontade de viver ainda mais e procurar na internet (coisa antes desconhecida) outras poesias, outros contos e crônicas para uma nova vida?
Nós aqui dizemos: Sim, as pessoas gostam de ler!
Sim, a leitura vale a pena!
Só precisa ser bem apresentada e fazer parte do cotidiano, do comum.
Ler não é privilégio, é fascinação.
A leitura vale a pena! Sempre.
Abraço, até mais.
Segue a prosa de Vinícius.
Para Viver Um Grande Amor
Vinicius de Moraes
Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.
Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.
Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.
Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.
Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.
Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.
Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.
É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...
Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?
Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.
É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.
Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.
Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, pág. 130.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Encontros de inclusão
Aconteceu nesta segunda-feira, dia 14, o primeiro de uma série de encontros de um grupo de deficientes visuais que se propuseram a aprender computação, realizar rodas de leitura e bater altos papos inclusivos aqui na Biblioteca Municipal.
Os encontros acontecerão às segundas-feiras, das 9h às 10h e são abertos aos interessados.
No primeiro encontro fizemos a leitura de um texto e discutimos as necessidades de um deficiente visual.
Foi muito produtivo e interessante!
Abraço até mais!
terça-feira, 15 de março de 2011
Oficina de Poesia com o CAPS
Olá pessoal, como vão?
Começou nesta terça-feira a Oficina de Poesia com o Centro de Atenção Psico-social (CAPS) aqui na Biblioteca.
Os participantes fizeram leituras de grandes nomes da poesia nacional e também declamaram seus próprios poemas. Foram momentos descontraídos e produtivos.
Nesses encontros serão produzidas e declamadas poesias que farão parte da programação de um Sarau Literário encerrando as atividades do grupo.
Aguardem!
Abraço, até mais.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Contação de Histórias na Biblioteca
A Biblioteca Municipal está com horários disponíveis para agendamento escolar de contação de histórias.
Os professores interessados podem ligar para 3652 5691 e receber maiores informações.
Até mais.
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